"É o ato de moldar o pensamento, transformar com formas usando sempre a criatividade."
"É onde o desenho sempre acaba se transformando em construção."
Nunca desistir é a senha! Brincadeiras sempre acabam gerando algo real.
Ser ousado é imprescindível! Não ser repetitivo também é muito importante!
(Frank Gehry)
Viviane Ninov
Disciplina: Fotografia de Arquitetura
Professor: Fernando Pires
Tecnólogo em Fotografia - ULBRA - 2012/1
quarta-feira, 28 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Álvaro Siza Vieira
Arquiteto português nascido em 1933, em Matosinhos. Iniciou a sua vida profissional em 1955, depois de se ter formado na Escola Superior de Belas-Artes do Porto. O seu talento artístico foi reconhecido mais rapidamente no estrangeiro do que em Portugal, especialmente através da atribuição de obras como a recuperação do bairro judeu de Veneza e do bairro Kreuzberg, em Berlim.
Atualmente é docente da Faculdade de Arquitetura do Porto. Entre as suas obras mais inovadoras na época, destacam-se a Casa de Chá da Boa Nova e a piscina de Leça da Palmeira, a Igreja de Marco de Canaveses, a Agência do Banco Pinto & Sotto Mayor, em Oliveira de Azeméis, e ainda centros de arte moderna em vários países europeus, como o Centro Galego de Arte Contemporânea e a Faculdade de Jornalismo, ambos em Santiago de Compostela. Siza Vieira dirigiu a reconstrução da zona do Chiado, em Lisboa, a construção da Faculdade de Arquitetura do Porto e foi responsável pelo plano arquitetónico para a construção do Museu de Arte Contemporânea do Porto.
Posteriormente, foi o responsável pela proposta do Pavilhão de Portugal da EXPO'98 e foi convidado pelo Papa João Paulo II para o projeto de uma igreja no Vaticano. Paralelamente a estas obras mais prestigiadas, Siza Vieira desenvolveu, nos anos do pós-Vinte e Cinco de abril, uma ação a nível da habitação social, designadamente no Porto, liderando intervenções que visavam integrar zonas degradadas na vivência arquitetónico-paisagística da cidade.
Os prémios que lhe foram atribuídos em 1988, pelas fundações Alvar Aalto e Mies van der Rohe, coroados em 1992 pelo Prémio Pritzker da Fundação Hyatt, de Chicago, considerado o equivalente a um Nobel, são a expressão maior da chegada de Siza Vieira ao "topo". Em Portugal, recebeu o Prémio Secil de Arquitetura pela primeira vez em 1996, pela recuperação do Edifício Castro e Melo, na zona do Chiado, e pela segunda vez em 2000, entregue pelo Presidente da República, pelo projeto da Faculdade de Ciências da Informação de Santiago de Compostela. Recebeu também o Prémio de Leão de Ouro na Bienal de Veneza pelo projeto da Fundação Iberê Camargo, sendo este seu primeiro trabalho na América do Sul. A Medalha Internacional das Artes 2002, atribuída pelo Governo Regional da Comunidade de Madrid, ao projeto de revitalização do centro da cidade de Madrid, e as Chaves da Cidade do Porto, pelo sucesso da sua carreira, entregues pelo Presidente da Câmara, Rui Rio, a 10 de fevereiro de 2005.
Atualmente é docente da Faculdade de Arquitetura do Porto. Entre as suas obras mais inovadoras na época, destacam-se a Casa de Chá da Boa Nova e a piscina de Leça da Palmeira, a Igreja de Marco de Canaveses, a Agência do Banco Pinto & Sotto Mayor, em Oliveira de Azeméis, e ainda centros de arte moderna em vários países europeus, como o Centro Galego de Arte Contemporânea e a Faculdade de Jornalismo, ambos em Santiago de Compostela. Siza Vieira dirigiu a reconstrução da zona do Chiado, em Lisboa, a construção da Faculdade de Arquitetura do Porto e foi responsável pelo plano arquitetónico para a construção do Museu de Arte Contemporânea do Porto.
Posteriormente, foi o responsável pela proposta do Pavilhão de Portugal da EXPO'98 e foi convidado pelo Papa João Paulo II para o projeto de uma igreja no Vaticano. Paralelamente a estas obras mais prestigiadas, Siza Vieira desenvolveu, nos anos do pós-Vinte e Cinco de abril, uma ação a nível da habitação social, designadamente no Porto, liderando intervenções que visavam integrar zonas degradadas na vivência arquitetónico-paisagística da cidade.
Os prémios que lhe foram atribuídos em 1988, pelas fundações Alvar Aalto e Mies van der Rohe, coroados em 1992 pelo Prémio Pritzker da Fundação Hyatt, de Chicago, considerado o equivalente a um Nobel, são a expressão maior da chegada de Siza Vieira ao "topo". Em Portugal, recebeu o Prémio Secil de Arquitetura pela primeira vez em 1996, pela recuperação do Edifício Castro e Melo, na zona do Chiado, e pela segunda vez em 2000, entregue pelo Presidente da República, pelo projeto da Faculdade de Ciências da Informação de Santiago de Compostela. Recebeu também o Prémio de Leão de Ouro na Bienal de Veneza pelo projeto da Fundação Iberê Camargo, sendo este seu primeiro trabalho na América do Sul. A Medalha Internacional das Artes 2002, atribuída pelo Governo Regional da Comunidade de Madrid, ao projeto de revitalização do centro da cidade de Madrid, e as Chaves da Cidade do Porto, pelo sucesso da sua carreira, entregues pelo Presidente da Câmara, Rui Rio, a 10 de fevereiro de 2005.
Fonte: http://www.infopedia.pt/$alvaro-siza-vieira
Museu Fundação Iberê Camargo
Fotografia: Viviane Ninov
Fotografia: Viviane Ninov
Viviane Ninov
Disciplina: Fotografia de Arquitetura
Professor: Fernando Pires
Tecnólogo em Fotografia - ULBRA - 2012/1
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Amizade
A amizade é o ingrediente mais importante na receita da vida.
Fotografia e criação: Viviane Ninov
Modelo: Lidiane Ninov
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Iluminação
Still Life - Café - Luz Contínua
Fotografia: Viviane Ninov
Produção em Grupo: Antonio, Elisa Ourives, Luisa Dorr e Sabrina Rosenbach
Disciplina: Iluminação - 2011/2
Professor: Fernando Pires
Tecnólogo em Fotografia - ULBRA
Feira do Livro - Crepúsculo
Fotografia: Viviane Ninov
Disciplina: Iluminação - 2011/2
Professor: Fernando Pires
Tecnólogo em Fotografia - ULBRA
Iluminação de Produto Translucido - Flash
Fotografia: Viviane Ninov
Disciplina: Iluminação - 2011/2
Professor: Fernando Pires
Tecnólogo em Fotografia - ULBRA
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
AMPLIAÇÃO DE NEGATIVO
Modelo: Caroline
Fotografia, revelação e ampliação: Viviane Ninov
Professor: Fernando Pires
Laboratorio Preto e Branco - ULBRA - 2011/2
O sistema de Zonas
O sistema de zonas nos permite
relacionar várias luminâncias de um objeto com os de cinza, o branco e o preto
que visualizamos, para representar cada luminância na imagem final. Esta é a
base do método de visualização. Deve-se sempre ter um bom negativo para não
depender tantos desses recursos. O sistema de zonas baseia-se na fotografia
convencional, trabalha-se primeiro com o negativo e usa-se todas as informações
necessárias para a imagem final através do controle da cópia do negativo em
papel fotográfico.
A escala de Exposição
Uma vez que a relação
entre a exposição indicada e o tom da cópia resultante é conhecida ou
previsível, usa-se a escala de exposição para determinar o ponto médio da
escala de tons da imagem. Depois, define-se a leitura da exposição feita em uma
única superfície do objeto e usada diretamente para produzir esse cinza médio
na cópia. A superfície original pode ser branca, preta ou ter um tom intermediário,
a leitura dessa superfície e sua utilização na exposição é definida como
exposição pela zona V, e esta produzirá um cinza-médio equivalente ao cartão
cinza para a superfície na cópia final.
A escala de Zonas
Sabendo que a redução da
exposição produz um tom de cópia mais escuro e que o aumento da exposição
produz um tom de cópia mais escuro e que o aumento da exposição produz um tom
de cópia mais claro, para determinar o restante da escala, defini-se que a
variação de um ponto na exposição equivale à variação de uma zona na escala de
exposição, e o cinza resultante na cópia será considerado um tom mais alto ou
mais baixo na escala da cópia.
Exposição pelo Sistema de Zonas
O ajuste Inicial
Para a maior parte das
fotografias, se faz o ajuste inicial com base da área mais escuro do objeto em
cuja imagem se quer preservar os detalhes. Desse modo, já se está apto a
examinar o objeto em busca das áreas mais escuras nas quais a textura ou os
detalhes são necessários e se pode assegurar de fazer tais áreas a exposição
suficiente.
Leitura do Fotômetro nas zonas
A maioria dos fotômetros
modernos possui uma escala arbitrária de números para representar as luminâncias,
na qual cada intervalo de um equivale ao dobro ou à metade de luminância, ou
seja, à variação de um ponto na exposição. O numero indicado pelo fotômetro é
transferido para um disco de conversão no próprio fotômetro, o qual, levando em
consideração a velocidade do filme, relaciona os números da escala aos ajustes
de exposição em termos de numero f e à velocidade do obturador.
Expansão e Contração
Distanciando se da
revelação padrão, no entanto, pode-se ajustar a escala do negativo dentro de
certos limites para obter um espectro de densidades que compensem escalas de
luminâncias curtas ou longas. Pode-se observar que os filmes atuais oferecem
menos possibilidades de controle de contraste por meio da redução ou do aumento
da revelação do que os filmes que existiam há 40 anos atrás. No entanto, a
modificação da revelação ainda é um meio válido de controlar o contraste, mesmo
que seja preciso combiná-la a outros métodos para alcançar na cópia os efeitos
visualizados.
Sensitometria
Sensitometria é a ciência
que estabelece a relação entre exposição e densidade na fotografia. Se o
sistema de zonas for compreendido, fica fácil entender os princípios
sensitométricos, o que é muito útil aos fotógrafos.
Densidade
Para entender o que é a
densidade, deve-se pensar no que acontece quando a luz passa por um negativo
revelado. Uma pequena quantidade de luz é refletida ou absorvida, e o restante
é transmitido. A quantidade de luz que passa através do negativo depende da
quantidade de prata depositada naquele local durante a revelação e a luz
transmitida pode ser medida como sendo uma porcentagem da luz incidente no
negativo.
Filmes em Rolo e de 35 mm
O controle completo por
meio do Sistema de Zonas exige a revelação individual de cada negativo, o que
não é prático quando lidamos com filmes em rolo. Mesmo assim é um erro concluir
que o Sistema de Zonas não funciona com câmeras que operam com filmes em rolo,
ao mesmo tempo em que permite considerável liberdade no controle dos
procedimentos que levam aos objetivos visualizados, o Sistema de Zonas ensina a
visualizar imagens dentro dos limites impostos pelo processo.
Filmes Reversíveis (Transparências ou Slides)
Os procedimentos
relativos ao sistema de zonas descrito se aplicam aos filmes negativos
preto-e-branco convencionais e de certa maneira aos filmes negativos coloridos.
Os filmes reversíveis precisam de uma abordagem um pouco diferente. Entre esses
filmes encontram-se as transparências e as cópias Polaroid Land. Com os
negativos, o procedimento é expor pensando nas sombras e revelar pensando nas
altas-luzes, um processo que se baseia na utilização de apenas da exposição
para controlar as áreas de baixa densidade e na combinação de
exposição-revelação para controlar as altas densidades. O mesmo se aplica aos filmes reversíveis,
exceto pelo fato de que as áreas de baixa densidade serem agora as altas-luzes
do objeto, e as altas densidades, as sombras.
Viviane Ninov
Disciplina: Laboratório Preto e Branco
Professor: Fenando Pires
Tecnólogo em Fotografia - ULBRA - 2011/2
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Briefing Verão
Produção em grupo - Briefing Verão/Movimento/Cores
(Daniela Radavelli, Flávia Chagas, Lídia Roque, Lucas Carneiro, Marcelo Zucchi e Viviane Ninov)
Fotografia: Viviane Ninov
Disciplina: Fotografia Editorial
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia - ULBRA
Professor: Fernando Pires
(Daniela Radavelli, Flávia Chagas, Lídia Roque, Lucas Carneiro, Marcelo Zucchi e Viviane Ninov)
Fotografia: Viviane Ninov
Disciplina: Fotografia Editorial
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia - ULBRA
Professor: Fernando Pires
Assinar:
Postagens (Atom)







