quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O sistema de Zonas



O sistema de zonas nos permite relacionar várias luminâncias de um objeto com os de cinza, o branco e o preto que visualizamos, para representar cada luminância na imagem final. Esta é a base do método de visualização. Deve-se sempre ter um bom negativo para não depender tantos desses recursos. O sistema de zonas baseia-se na fotografia convencional, trabalha-se primeiro com o negativo e usa-se todas as informações necessárias para a imagem final através do controle da cópia do negativo em papel fotográfico.


A escala de Exposição

Uma vez que a relação entre a exposição indicada e o tom da cópia resultante é conhecida ou previsível, usa-se a escala de exposição para determinar o ponto médio da escala de tons da imagem. Depois, define-se a leitura da exposição feita em uma única superfície do objeto e usada diretamente para produzir esse cinza médio na cópia. A superfície original pode ser branca, preta ou ter um tom intermediário, a leitura dessa superfície e sua utilização na exposição é definida como exposição pela zona V, e esta produzirá um cinza-médio equivalente ao cartão cinza para a superfície na cópia final.

A escala de Zonas

Sabendo que a redução da exposição produz um tom de cópia mais escuro e que o aumento da exposição produz um tom de cópia mais escuro e que o aumento da exposição produz um tom de cópia mais claro, para determinar o restante da escala, defini-se que a variação de um ponto na exposição equivale à variação de uma zona na escala de exposição, e o cinza resultante na cópia será considerado um tom mais alto ou mais baixo na escala da cópia.






Exposição pelo Sistema de Zonas

O ajuste Inicial

Para a maior parte das fotografias, se faz o ajuste inicial com base da área mais escuro do objeto em cuja imagem se quer preservar os detalhes. Desse modo, já se está apto a examinar o objeto em busca das áreas mais escuras nas quais a textura ou os detalhes são necessários e se pode assegurar de fazer tais áreas a exposição suficiente.

Leitura do Fotômetro nas zonas

A maioria dos fotômetros modernos possui uma escala arbitrária de números para representar as luminâncias, na qual cada intervalo de um equivale ao dobro ou à metade de luminância, ou seja, à variação de um ponto na exposição. O numero indicado pelo fotômetro é transferido para um disco de conversão no próprio fotômetro, o qual, levando em consideração a velocidade do filme, relaciona os números da escala aos ajustes de exposição em termos de numero f e à velocidade do obturador.

Expansão e Contração

Distanciando se da revelação padrão, no entanto, pode-se ajustar a escala do negativo dentro de certos limites para obter um espectro de densidades que compensem escalas de luminâncias curtas ou longas. Pode-se observar que os filmes atuais oferecem menos possibilidades de controle de contraste por meio da redução ou do aumento da revelação do que os filmes que existiam há 40 anos atrás. No entanto, a modificação da revelação ainda é um meio válido de controlar o contraste, mesmo que seja preciso combiná-la a outros métodos para alcançar na cópia os efeitos visualizados.

Sensitometria

Sensitometria é a ciência que estabelece a relação entre exposição e densidade na fotografia. Se o sistema de zonas for compreendido, fica fácil entender os princípios sensitométricos, o que é muito útil aos fotógrafos.

Densidade

Para entender o que é a densidade, deve-se pensar no que acontece quando a luz passa por um negativo revelado. Uma pequena quantidade de luz é refletida ou absorvida, e o restante é transmitido. A quantidade de luz que passa através do negativo depende da quantidade de prata depositada naquele local durante a revelação e a luz transmitida pode ser medida como sendo uma porcentagem da luz incidente no negativo.

Filmes em Rolo e de 35 mm

O controle completo por meio do Sistema de Zonas exige a revelação individual de cada negativo, o que não é prático quando lidamos com filmes em rolo. Mesmo assim é um erro concluir que o Sistema de Zonas não funciona com câmeras que operam com filmes em rolo, ao mesmo tempo em que permite considerável liberdade no controle dos procedimentos que levam aos objetivos visualizados, o Sistema de Zonas ensina a visualizar imagens dentro dos limites impostos pelo processo.

Filmes Reversíveis (Transparências ou Slides)

Os procedimentos relativos ao sistema de zonas descrito se aplicam aos filmes negativos preto-e-branco convencionais e de certa maneira aos filmes negativos coloridos. Os filmes reversíveis precisam de uma abordagem um pouco diferente. Entre esses filmes encontram-se as transparências e as cópias Polaroid Land. Com os negativos, o procedimento é expor pensando nas sombras e revelar pensando nas altas-luzes, um processo que se baseia na utilização de apenas da exposição para controlar as áreas de baixa densidade e na combinação de exposição-revelação para controlar as altas densidades.  O mesmo se aplica aos filmes reversíveis, exceto pelo fato de que as áreas de baixa densidade serem agora as altas-luzes do objeto, e as altas densidades, as sombras.


Foto: Henrique Ribas


Viviane Ninov
Disciplina: Laboratório Preto e Branco
Professor: Fenando Pires
Tecnólogo em Fotografia - ULBRA - 2011/2

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Briefing Verão


Produção em grupo - Briefing Verão/Movimento/Cores
(Daniela Radavelli, Flávia Chagas, Lídia Roque, Lucas Carneiro, Marcelo Zucchi e Viviane Ninov)
Fotografia: Viviane Ninov
Disciplina: Fotografia Editorial
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia - ULBRA
Professor: Fernando Pires

Expressões entre livros


Expressões entre livros - Feira do Livro
Fotografia: Viviane Ninov
Disciplina: Fotografia Editorial
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia - ULBRA
Professor: Fernando Pires

Fotografia


Produção em grupo - Fotografia
(Flávia Chagas, Daniela Radavelli, Lídia Roque, Lucas Carneiro, Marcelo Zucchi e Viviane Ninov)
Fotografia: Viviane Ninov
Disciplina: Fotografia Editorial 
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia - ULBRA
Professor: Fernando Pires

Produção de Moda

  Bijuteria

     A bijuteria nasceu no século XVIII, quando imitações de joias, com pedras falsas bem escolhidas, eram usadas pelas classes alta e média emergente como medida de segurança, principalmente em viagens. Atravessou o século XIX como réplica de peças valiosas e só no século XX (mais precisamente, nos anos 1920) se impôs por mérito próprio. Chanel teve papel importante nessa valorização.
     Muitas das bijuterias Chanel foram criadas pelo duque Fulco di Verdura. Entre suas contribuições, a mais famosa foi o largo bracelete esmaltado com uma cruz-de-malta em pedras coloridas. Verdura trabalhou para Chanel até se mudar para Nova York, em 1934.
     Nos anos 1960, Paco Rabanne se lançou no mundo da moda e criou bijuterias para diversas maisons, como Givenchy, Dior e Balenciaga. De lá pra cá, não houve alterações. No século XXI as bijuterias continuam como opções às joias, mas já aparecem como item importante no cenário da moda, se impondo como personalidade.

Fonte: Por dentro da Moda | Definições e Experiências
Autora: Dinah Bueno Pezzolo
Foto: Viviane Ninov


Short

    Inicialmente, essa calça curta, que deixa as pernas à vista, era um traje masculino. A partir dos anos 1920, foi usado por mulheres e ganhou comprimentos variados. Até a década de 1970, o uso do short era relacionado ao esporte e momentos informais, quando passou a ser mostrado como ares citadinos, em conjuntos com casaquinhos ou usados sob saias maxi, abertas na frente.

Fonte: Por dentro da Moda | Definições e Experiências 
Autora: Dinah Bueno Pezzolo
Foto: Viviane Ninov

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Disciplina: Fotografia Editorial
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia - ULBRA
Professor: Fernando Pires






sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Luz de Janela


Luz de Janela
Fotografia: Viviane Ninov
  Modelo: Flávia A. Chagas
Disciplina: Iluminação - 2011/2
Professor: Fernando Pires Fotografia
Técnólogo em Fotografia - ULBRA 


Luz de Janela
Fotografia: Viviane Ninov
  Modelo: Flávia A. Chagas
Disciplina: Iluminação - 2011/2
Professor: Fernando Pires Fotografia
Técnólogo em Fotografia - ULBRA


Luz de Janela
Fotografia: Viviane Ninov
  Modelo: Flávia A. Chagas
Disciplina: Iluminação - 2011/2
Professor: Fernando Pires Fotografia
Técnólogo em Fotografia - ULBRA


Garajão Especial da Comunicação





"No dia 20 de outubro de 2011, acontece o Garajão Especial da Comunicação, que vai reunir alunos e professores para apresentação do projeto de Alice Bemvenuti, artista plástica e professora dos cursos de Pedagogia, na ULBRA Guaíba, Fotografia na ULBRA Canoas e da disciplina de Arte do Ensino a Distância (EAD) daULBRA. A atividade também vai contar com participação do diretor da ULBRA TV Douglas Flor, e do diretor da Rádio Pop Rock Mauro Borba que vão apresentar projetos de integração entre os veículos e o curso de comunicação. O Garajão Especial acontecerá hoje, 20.10, no térreo do prédio 16 (antigo museu), as 19h30".